Você já Ouviu Falar em Pulmão Gordo?

Nesse período de pandemia, a necessidade de isolamento fez com que muitas pessoas passassem a não fazer atividade física.

Como consequência destes tempos estranhos, houve uma importante mudança do estilo de vida, associada ao alto grau de cortisol gerado por esta situação desconhecida.

Isso trouxe um aumento de peso e maior risco de doenças crônicas, como diabetes, ataque cardíaco e derrame.

A dieta mais cômoda nessa situação é aquela rica em carboidratos, que promove mais gordura ao seu abdômen e também nas paredes das vias aéreas, alterando a estrutura dos pulmões, inflamando-os e restringindo severamente sua capacidade de respirar e absorver oxigênio.

Consequentemente há uma maior sensação de falta de ar e asma em adultos, algo que vem aumentando rapidamente na pandemia.

O que precisa ser lembrado é que nesta condição de gordura visceral e pulmonar aumentada, há uma maior liberação de insulina pelo pâncreas.

Isso danifica a estrutura dos pulmões, especialmente os brônquios principais e as pequenas vias aéreas que se ramificam a partir deles.

Além disso, esse excesso de insulina causa redução da capacidade pulmonar, aonde não há adequada oxigenação tecidual.

O problema ficou comprovado em um estudo com 52 pessoas em sobrepeso, no qual se descobriu que os pulmões desses indivíduos continham um acúmulo de depósitos de gordura, restringindo o fluxo de ar na inspiração e expiração. Ou seja, literalmente eles tinham um “pulmão gordo”, comprometendo a respiração.   

Como emagrecer e recuperar os seus pulmões

Para isso, a melhor estratégia é o treinamento supra aeróbico, aonde você expande seus pulmões e aumenta sua capacidade de captação de oxigênio, permitindo que este flua para todas as células do corpo. É 18 vezes mais eficiente do que uma simples caminhada. Segundo estudos, com o treino supra aeróbico se obtém:                    

  • 400% mais oxigênio para seus pulmões;
  • 331% mais oxigênio para seu coração;
  • melhor a sensibilidade à insulina;
  • maior redução de glicemia;

E os benefícios não param aí, pois:

  • dobra a oxigenação cerebral e sanguínea;
  • aumenta a oferta de fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF), que age como uma espécie de “hormônio de crescimento” para o cérebro, melhorando a memória e rejuvenescimento cerebral;
  • estimula a produção de células-tronco;
  • aumenta a telomerase, retardando envelhecimento;
  • aumenta o oxido nítrico;
  • melhora função mitocondrial;
  • estimula e aumenta a cetose;
  • aumenta 530% a produção do hormônio do crescimento.

Você pode começar agora, independente da sua condição física, pois poderá desafiar seus limites progressivamente, quando for se sentindo mais confortável e capaz. O tempo de duração é de 20 minutos ao dia, 3 vezes por semana.

Para saber os detalhes, veja o meu livro 20 Minutos e Emagreça ou clique aqui para ver o passo a passo.

Agora você não tem mais desculpas de não ter tempo para treinar!

Referências bibliográficas:

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