Mais uma Pesquisa Confirma o Perigo deste Aditivo Alimentar Comum

Quantas vezes compramos algum alimento sem saber realmente o que ele contém? No caso dos alimentos industrializados, essa é uma realidade difícil de se fugir. Sempre haverá um aditivo alimentar, corante, conservante e produtos químicos ocultos, potencialmente perigosos para a saúde.

É por isso que o recomendável é sempre comer da forma mais natural possível. Deve-se dar destaque ainda aos alimentos de origem animal, mas aqueles produzidos a partir de animais criados livre, a pasto.

Mas voltando ao perigo que quero relatar hoje, não se trata de nenhuma novidade. É um aditivo alimentar mais comum do que se imagina, presente em diversos alimentos – muitos desses voltados para crianças, como doces e balas!

Dióxido de titânio: o aditivo alimentar – nem sempre – proibido

Estamos falando do dióxido de titânio (TiO2), muito concentrado em um aditivo chamado “E171”. É ele quem dá uma cor branca e brilhante a certos alimentos, como maioneses, bebidas e alguns doces.

Em alguns países, como a França, esse aditivo é terminantemente proibido. Mas em outros países não há proibição. O grande problema, segundo o Dr. Hang Xiao, professor e Clydesdale Scholar of Food Science, é que ele está presente na comida industrializada em partículas minúsculas, em escala nanométrica.

Esses “pedacinhos” de dióxido de titânio são tão pequenos que ao invés de serem absorvidos e eliminados, podem se acumular nos tecidos do corpo. Para entender melhor os riscos, o Dr. Xiao avaliou dois grupos de ratos em seu laboratório.

O primeiro foi alimentado com uma alimentação cheia de gordura ruim, similar ao junk food consumido por boa parte dos americanos – e, cada vez mais, infelizmente, brasileiros. O outro grupo de ratos recebeu uma alimentação com menos gordura, mas ambos os grupos tinham em sua alimentação o aditivo alimentar em questão.

Como era de se imaginar, os ratos que receberam a alimentação ruim ficaram obesos, enquanto os outros nãos. Mas em ambos os grupos ocorreram efeitos adversos por causa do dióxido de titânio. Esses problemas foram:

  • Diminuição dos ácidos graxos de cadeira curta, que promovem saúde a nível intestinal;
  • Aumento das células inflamatórias e citocinas no cólon.

Em resumo, isso significa uma piora no microbioma intestinal, algo que pode trazer diversos outros prejuízos para a saúde. A ecologia intestinal é sua primeira barreira para proteção de doenças, além de ajudar na digestão e melhorar a atividade do organismo de uma forma geral.

Como já se sabia, o dióxido de titânio pode ainda prejudicar a capacidade de absorção de minerais, como zinco e ferro, pelo intestino. A falta desses elementos importantes pode acarretar sérios danos nutricionais.

Um alerta para crianças e adultos

Outro dado alarmante apontado pelo Dr. Xiao é que as crianças americanas parecem muito afetadas pelo TiO2. Elas estão expostas de 2 a 4 vezes mais que os adultos, o que decorre do uso desse aditivo alimentar na fabricação de chicletes e balas.

Mais uma vez fica o alerta aos pais para evitarem ao máximo que os pequenos tenham acesso a esse tipo de alimento prejudicial. Sem contar, é claro, no açúcar e outros produtos químicos, como todos estão cansados de saber.

Para os adultos, a dica é a mesma: evitar alimentos industrializados ao máximo, como já mencionei. E se você gosta de maionese – aquela branquinha, vendida no supermercado, e cheia de TiO2 – saiba que há uma opção mais saudável.

Clicando aqui você poderá conferir uma receita de maionese caseira exclusiva. Ela é feita com gorduras boas, sem açúcar e qualquer aditivo alimentar que possa lhe faz mal. Então, hora de colocar a mão na massa. Supersaúde!

Referências bibliográficas:

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