Segredos de uma criança feliz!

Crianças em condições normais têm é que ser felizes, vibrantes e curiosas. Mas, infelizmente, estima-se que cerca de 15% das crianças e adolescentes se deprimem em algum momento da vida.Quando pensamos em estresse, raras são as vezes em que pensamos nas crianças. Isso porque estamos acostumados a ligá-lo a problemas do dia a dia como trabalho, contas e tantas outras responsabilidades que não recaem sobre elas.

A carne não é a vilã!

O artigo “Substância presente na carne eleva risco de doença”, publicado no portal Estadão.com.br, no dia 8 de abril deste ano, baseado no estudo “Intestinal microbiota metabolism of l-carnitine, a nutrient in red meat, promotes atherosclerosis”, traz a informação de que ingestão de carne é a responsável pelo aumento do risco cardiovascular pela ação da enzima TMAO. Porém, quero esclarecer aqui que as conclusões do estudo não foram totalmente consideradas. Antes de qualquer coisa, é importante entender o que realmente causa essa elevação enzimática.Vejamos. O consumo em excesso de carnitina – aminoácido essencial para metabolização das gorduras pela mitocôndria -, lecitina e colina – uma gordura comum da alimentação -, nutrientes encontrados comumente em produtos de origem animal tais como ovos, carnes, laticínios, peixes, frutos do mar e alimentos assados industrializados, bem como os multivitamínicos para crianças, pode causar um desequilíbrio na microflora intestinal devido à formação de bioprodutos, como a enzima TMAO, causadores de aterosclerose, tendo então um impacto direto e negativo no risco de doenças cardiovasculares. Portanto, não é a carne em si que gera o problema.

Fibromialgia: Uma dor real

Estimativas alertam que cerca de 4% da população seja afetada pela fibromialgia, sendo que em cada 10 casos acometidos 9 são em mulheres.Os principais sintomas relatados por pacientes que sofrem com a fibromialgia são a sensação de sensibilidade, rigidez muscular (muitas vezes insuportável) e dores em várias partes do corpo. É comum também apresentarem cansaço, depressão e distúrbios gastrointestinais.

Na hora do check-up, pense em mais saúde

Com a proximidade do final do ano, quem passou dos 40 já se prepara para um check-up. Ótimo que exista a preocupação com a prevenção. Mas os pacientes precisam saber que os exames comuns não bastam. Embora não se possa dizer que sejam obsoletos, eles sozinhos não detectam riscos decorrentes de desequilíbrios moleculares já existentes, mas que ainda não causaram nenhum efeito sensível em órgãos. Ao contrário, os exames que compõem o check-up molecular, além da investigação tradicional, captam até mudanças sutis, que possam gerar problemas no futuro. Outra vantagem é o custo: de duas a três vezes menor do que o tradicional.No check-up molecular, alguns exames são feitos na própria clínica e demoram cerca de uma hora, com resultados instantâneos. Confira, a seguir, a relação de exames que o compõem. Para agendar ou obter detalhes, ligue (11) 3167-0128.

Candidíase sob controle

O problema não é localizado. Resulta de desequilíbrios que ocorrem no intestino, comprometendo o sistema imunológico, e afeta 50% das mulheres acima de 20 anos. Sob estresse, o meio bioquímico fica muito ácido e favorece a proliferação da cândida, um fungo que vive no intestino.A mucosa torna-se porosa e permite a migração do fungo para outros órgãos. As pessoas mais predispostas são diabéticas mal controladas, imunodeprimidas, as que usam antibióticos, que estão sob intenso estresse ou consomem açúcar e carboidrato refinado em excesso.

Alergia Alimentar: um problema comum, mas raramente diagnosticado!

De acordo com o Food and Drug Admistration (FDA), órgão governamental norte-americano, já passamos dos 3 mil tipos de produtos químicos tais como conservantes, preservativos e edulcorantes passivos de serem encontrados em nossa alimentação. E paralelo ao aumento destes produtos ocorre também o crescimento no número de casos de alergia alimentar, embora este problema ainda seja mal diagnosticado.É muito comum entendermos a alergia como sendo uma reação individual sintomática relativa a fatores do ambiente cuja concentração, ou quantidade, a maioria das pessoas consegue facilmente tolerar. Contudo, é preciso ser comprovado cientificamente a presença de um reagente que, na terminologia médica, é um anticorpo chamado de imunoglobulina E (IgE).




























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