O que Realmente Há no seu Vinho?

Há um proverbio provocativo clássico, na Alemanha, que diz: “Há mais velhos bebedores de vinho do que velhos médicos”.

E certamente o motivo disso chama-se resveratrol, que fornece poderosas qualidades antienvelhecimento.

Ele ajuda a prevenir doenças cardíacas aumentando os níveis de colesterol HDL e protegendo contra danos nas artérias e pressão alta. Até estimula a produção de células-tronco adultas, o que estimula o sistema imunológico.

Mas há um problema com a maioria dos vinhos que bebemos atualmente. A moderna produção de vinho é muito diferente da tradicional bebida dos nossos antepassados: eles estão cheios de produtos químicos tóxicos.

A vinificação era um processo muito simples. Coletavam-se uvas selvagens, que eram esmagadas e deixadas fermentando por um longo tempo. E o resultado: uma bebida com baixo teor alcoólico e rica em antioxidantes.

Mas hoje, a grande maioria dos produtores de vinho utilizam até cerca de 65  aditivos químicos em seus vinhos.

Somando-se a isso, há o excesso de pesticidas contaminando o solo e as plantações em todo o planeta. E no caso da América o problema é ainda pior.

De acordo com um novo estudo realizado por um grupo de físicos nucleares franceses, alguns dos vinhos tintos e rosés da Califórnia contêm materiais radioativos tóxicos.

É uma consequência do tsunami mortal e devastador que atingiu o Japão em 2011, que causou a destruição de uma usina nuclear.

A radiação se espalhou do Japão até o litoral da Califórnia – contaminando tudo em seu caminho. Incluindo o solo onde as uvas são cultivadas.

Agora a pergunta que é feita raramente:

O que há realmente no vinho?

Como todos nos tornamos cada vez mais conscientes do que comemos, não é bizarro que não questionemos o que bebemos?

Celebramos carne de animais criados a pasto, peixe selvagem e legumes cultivados organicamente, mas fazemos o oposto para o nosso vinho – um produto químico, estéril, altamente processado, cheio de toxinas.

Assim como a alimentação, a mudança vem com a mudança da demanda. Você pode comprar carne de animais criados a pasto ou comprar carne de confinados.

Você pode beber vinho natural, completamente orgânico, sem toxinas, ou beber vinho industrializado.

A escolha é sua…

Portanto, para contornar este problema mundial, enquanto este vinho orgânico não chega às nossas prateleiras, é importante ter-se em mente uma maneira de aproveitar seu vinho e retirar do seu corpo todas as toxinas que inevitavelmente se acumulam em todos nós.

3 Dicas de detox de vinho: limpe as toxinas escondidas e aproveite seu copo de vinho ao mesmo tempo

Veja estas sugestões para se eliminar naturalmente as toxinas ambientais que estão escondidas em seu vinho, suas uvas e muito mais… e desfrute da sua taça de vinho.

Procure fazer uma avaliação do grau de tóxicos presentes no seu organismo através de um exame de perfil metais tóxicos, que reflete cerca de 4 meses de contaminação, mais fidedigno que exame de sangue, que mostra só contaminação aguda.

Em casos de altas concentrações de metais tóxicos, procure um profissional de saúde para lhe orientar num programa de desintoxicação adequado às suas necessidades.

1) Spirulina (Arthrospiraplatensis)

É uma alga verde-azul cultivada em água limpa e fresca e luz solar natural.

Contém:

  • ficocianinaum poderoso antioxidante, que lhe confere uma tonalidade azulada. Cientistas na Espanha mostraram que a ficocianina é uma potente varredor de radicais livres e previne a destruição celular.
  • rica em proteínas, aminoácidos essenciais, vitaminas, minerais e ácidos graxos essenciais (incluindo o ácido linolênico, ou GLA). Age protegendo contra os efeitos devastadores da industrialização e da poluição.

Por exemplo: quando a spirulina foi combinada com o zinco em um estudo envolvendo pessoas que testaram alto teor de arsênico, essa associação reduziu significativamente a presença do poluente.

Sua suplementação pode ser feita em capsula ou em pós. Pode ser também adicionada ao seu smoothie detox.

Os estudos sugerem 500 mg até 3.000 mg por dia de spirulina para uma boa proteção.

2) Carvão ativado

É um pó preto fino, inodoro, insípido, seguro de consumir e muito potente.

De acordo com estudos, pode eliminar metais pesados ​​tóxicos como arsênico, cobre, mercúrio e chumbo que estão se acumulando em seu corpo. Em publicações de saúde a dosagem varia de 2 a 4 gramas por dia de carvão ativado em pó (em doses divididas) misturado com água durante um período de 1 a 2 semanas.

3) Pectina cítrica modificada

É produzida a partir da casca interna de frutas cítricas. Pode eliminar metais tóxicos e pesticidas, sem perdas corpóreas de zinco, cálcio e magnésio. Há o tipo mais indicado de pectina cítrica, pois a grande maioria é constituída por grandes moléculas de hidratos de carbono de cadeia longa. Nestes casos elas são mal absorvidas.

A pectina cítrica usada em estudos clínicos é especialmente formulada para ter maior absorção, que permite mais facilidadede se ligar a toxinas. Procure por pectina cítrica “modificada”.  Nesses estudos sugere-se 5 gramas (1 colher de chá) três vezes ao dia.

Pronto, pode aproveitar seu vinho tranquilamente. E atenção: essas informações ainda não são reconhecidas no Brasil. Portanto, converse com o seu médico para lhe indicar o que é mais adequado no seu caso.

Referências bibliográficas:

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