Bem-Estar

A Importância do Abraço

Nós vivemos numa velocidade intensa e, muitas vezes, ignoramos atitudes básicas, importantes para a nossa saúde física e emocional, como dar um abraço em alguém todos os dias.

Quando pergunto isso para as pessoas, elas pensam… Ficam em silêncio… E é visível aquela reflexão. A imensa maioria delas não abraça ninguém durante o dia, nem seus familiares mais próximos, como pais, cônjuges e filhos…

E os amigos?

Um abraço é uma das formas mais fáceis de demonstrar apreciação e reconhecimento a pessoa que você está abraçando como importante para você.

Isso promove o apego e a intimidade emocional saudável, que é o alicerce de um relacionamento feliz e saudável a longo prazo.

Cerca de 55% de todas as comunicações não são verbais, então esse único gesto de abraçar é um excelente método de comunicação, amor e cuidado.

Infelizmente, com a idade, o número de toques e abraços recebidos geralmente diminui.

Os abraços estimulam seu cérebro a liberar vários produtos químicos que afetam seu humor e emoções:

  1. A dopamina, que é um hormônio que evoca prazer no cérebro.
  2. As endorfinas e a serotonina, que ajudam a reduzir a dor e os sentimentos de tristeza.
  3. Oxitocina, também chamado de hormônio do amor, que é liberado pela glândula pituitária, provocando um sentimento de suporte emocional, reduzindo a ansiedade social, gerando uma onda de emoções positivas.
  4. Redução do cortisol, o hormônio do estresse, melhorando o sistema imunológico e o risco cardíaco.

Veja a importância do toque e dos abraços em relação à saúde emocional de uma pessoa, segundo Virginia Satir, psicoterapeuta e reconhecida como pioneira em terapia familiar:

“Precisamos de quatro abraços por dia para sobrevivência. Precisamos de oito abraços por dia para manutenção. Precisamos de 12 abraços por dia para o crescimento”.

Procure fazer do abraço um hábito de cumprimento de seus amigos.

Se você geralmente não abraça seus filhos, irmãos, pais ou amigos, então cabe a você dar o primeiro passo e iniciar um abraço.

Referências bibliográficas:

  • Good Therapy, Virginia Satir
  • Nonverbal Group, How Much of Communication is Really Nonverbal?
  • Prevent Disease, January 23, 2014
  • Live Science, June 4, 2015
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