Homem também tem osteoporose

Começa a chamar a atenção nos Estados Unidos o grande número de homens com osteoporose a partir dos 50 anos. Já se registram 2 milhões de casos manifestados e outros 3 milhões em risco iminente. Por aqui, o quadro deve ser semelhante, mas pouco se fala a respeito, porque a doença é mais freqüente em mulheres. Para ambos, os riscos são os mesmos: o aumento da ocorrência de fraturas em função da rarefação óssea. Também a osteoporose masculina pode decorrer de alterações hormonais. Entre os fatores de risco, estão alcoolismo, cálculos renais, uso prolongado de corticosteróides e sedentarismo.O diagnóstico é feito por exame de densitometria óssea. E o tratamento nem sempre requer complementação de cálcio. É importante reforçar no cardápio a presença de vegetais de folhas verde-escuro e de sucos de vegetais e clorofila, que equilibram o meio ácido, responsável pela perda de cálcio. Também ajuda tomar sol para aumentar a vitamina D, controlar o estresse e fazer caminhadas rápidas. Ingerir água com limão no jejum e 30 minutos antes da refeição favorece a absorção do cálcio e de outros nutrientes. Os suplementos de vitamina K e de ácidos graxos essenciais fortalecem os ossos.

Excesso de ferro é o pior inimigo do coração

Presente em multivitamínicos, alimentos enriquecidos e na carne vermelha, o ferro é o único nutriente cujo excesso o organismo não elimina. As conseqüências desse acúmulo são bastante nocivas, pois o ferro oxida-se rapidamente, gerando radicais livres. O resultado é envelhecimento acelerado e prematuro. Aumenta também a ameaça de doenças cardíacas, câncer, diabetes e artrites. Após os 40 anos, surgem riscos de lesões hepáticas e de deficiência de testosterona. Às vezes, o problema tem origem hereditária – é a chamada hemocromatose. Doar sangue é uma boa prevenção. Casos graves, porém, exigem flebotomia (retirada de sangue) e o uso de alguns aminoácidos. O importante é diagnosticar cedo o problema.A ferritina presente no sangue é a primeira substância a ser investigada quando se suspeita de excesso de ferro no organismo. O exame é feito em jejum e o ideal é que os resultados fiquem próximos do límite mínimo. Como prevenção, basta realizá-lo anualmente. E quem tiver casos de hemocromatose na família não deve se descuidar. Conheça os principais sintomas e sinais dessa doença, que atinge principalmente descendentes de europeus do Mediterrâneo.

Multivitamínicos: compre bem

A Associação Médica Americana (AMA), com base em 38 anos de evidências científicas, agora encoraja os adultos a usarem suplementos diários de multivitamínicos. Boa medida preventiva contra inúmeras doenças, pois está provado que deficiências desses nutrientes abrem espaço para câncer de mama, de próstata, doenças cardiovasculares, baixa imunidade, osteoporose. A alimentação moderna não consegue suprir todas as nossas necessidades. Coloque um multivitamínico em sua vida.Na hora da compra, porém, siga a recomendação médica. Fazer substituições, sem conhecimento de causa, pode destruir o equilíbrio necessário entre os nutrientes para que rendam sua melhor performance.

Essa queimação… será gastrite?

Gastrite é uma inflamação do estômago com sintomas semelhantes aos de dispepsia, síndrome do intestino irritável, refluxo gastro-esofágico e úlceras. Daí a importância de um exame, a endoscopia, antes de qualquer tratamento. Constatada, a gastrite deve ser tratada, já que pode evoluir para úlcera ou câncer.O mais freqüente vilão da gastrite é a bactéria Helicobacter pylori, presente em água contaminada e que os ácidos estomacais não eliminam. Contra a queimação causada pela azia, antiácidos não resolvem, só pioram o problema.

Fique de olho na testosterona

Testosterona insuficiente é um problema que afeta 38,9% da população mundial acima de 27 anos. O dado é do Instituto Nacional de Saúde americano e constitui um alerta para homens e mulheres. Esse hormônio tem papel importante na manutenção da saúde vascular, na libido, no fortalecimento muscular e até no controle da depressão.Sua falta está relacionada ainda à ocorrência da doença de Alzheimer.

Homocisteína sob controle é proteção para o coração

Colesterol elevado cedeu lugar à homocisteína como principal fator de infartos e derrames. Em excesso, este aminoácido de alto poder destruidor agride as artérias, causando divisão e proliferação de células. O sangue se torna viscoso, as plaquetas e o LDL Colesterol aderem à parede dos vasos e o resultado é a formação de placas gordurosas e coágulos que facilitam a ocorrência de tromboses e derrames. Ao atacar as microartérias cerebrais, a homocisteína também aumenta em 200% o risco da doença de Alzheimer.Um simples exame de sangue mede a concentração de homocisteína no sangue. Até 10 umol/l é normal. De 10 a 15 umol/l, triplica o risco de doenças car-diovasculares  e, acima disso, quintuplica, dobrando também as possibilidades da doença de Alzheimer.

Para manter músculos e ossos em forma

É fatal: depois dos 40, cresce a perda de massa óssea e muscular. As fibras musculares e a densidade dos ossos diminuem cerca de 10% a cada década e aumentam os depósitos de gordura. Dependendo do estilo de vida, de doenças do passado e de fatores hereditários e ambientais, esses sinais de envelhecimento surgem até em pessoas mais jovens. Por isso, a prevenção deve começar cedo. Carboidratos e proteínas são a base da reparação óssea e muscular. Mas doces e refinados geram uma acidez que o organismo combate usando o cálcio dos ossos.

As melhores armas contra a gripe

Junto com as campanhas de vacinação antigripe, sempre surgem dúvidas. De fato, a gripe ameaça quem está com a imunidade baixa e aumenta o risco de complicações pulmonares na terceira idade. Mas as vacinas têm eficiência questionável – de 0 a 60% – e contêm substâncias de alta toxicidade, como mercúrio, alumínio e fenol. Uma alternativa é fortalecer a imunidade por meios naturais.Nutrição

Excesso de ferro aumenta o risco de diabetes

Diabéticos e pessoas com propensão a desenvolver a doença – grupo constituído, principalmente, por quem tem casos na família – devem estar atentos a dietas com excesso de ferro.Cuidados com esse nutriente são parte da rotina dos diabéticos, mas seu papel na ampliação do risco para quem ainda não desenvolveu a doença ainda é pouco difundido. A suspeita, existente há décadas, vem sendo confirmada por novos estudos: o excesso de ferro aumenta as chances de desenvolver diabetes.

Na hora do check-up, pense em mais saúde

Com a proximidade do final do ano, quem passou dos 40 já se prepara para um check-up. Ótimo que exista a preocupação com a prevenção. Mas os pacientes precisam saber que os exames comuns não bastam. Embora não se possa dizer que sejam obsoletos, eles sozinhos não detectam riscos decorrentes de desequilíbrios moleculares já existentes, mas que ainda não causaram nenhum efeito sensível em órgãos. Ao contrário, os exames que compõem o check-up molecular, além da investigação tradicional, captam até mudanças sutis, que possam gerar problemas no futuro. Outra vantagem é o custo: de duas a três vezes menor do que o tradicional.No check-up molecular, alguns exames são feitos na própria clínica e demoram cerca de uma hora, com resultados instantâneos. Confira, a seguir, a relação de exames que o compõem. Para agendar ou obter detalhes, ligue (11) 3167-0128.