Viscosidade sanguínea como fator de detecção de doenças cardiovasculares

A viscosidade sanguínea é considerada um fator de unificação para o risco de doença cardiovascular. Isso porque ela está correlacionada com todo fator de risco provado, incluindo tabagismo, diabetes tipo 2, síndrome metabólica, hipertensão arterial, LDL colesterol elevado, HDL colesterol baixo e idade. A esses fatores soma-se também o risco elevado nos homens.Além disso, a viscosidade sanguínea é o único fator capaz de explicar porque as placas de aterosclerose ocorrem repetidamente em certas regiões arteriais do corpo e em outras não, como no caso de lesões de aterosclerose que ocorrem em grandes artérias próximas do coração e cérebro, mais vulneráveis a agressão pela espessura e ação abrasiva no fluxo sanguíneo.

Você já se perguntou como o seu corpo é capaz de produzir o ácido úrico?

Descubra como isso acontece e as formas de se prevenirMuito já se falou sobre o ácido úrico e suas consequências, mas você sabe exatamente como ele é produzido pelo seu corpo? É muito importante que você saiba como isso acontece para que possa se prevenir da maneira correta.

Vitamina K2: o nutriente-chave para a saúde

Nos últimos anos temos encontrado cada vez mais evidências científicas dos benefícios da vitamina D. Embora a conhecêssemos bem, ainda não tínhamos ciência de como seus benefícios são extraordinários ao ponto de transformá-la na vitamina mais importante da década.Porém, agora começam a surgir evidências de que outra vitamina tem recebido as luzes das pesquisas como sendo o nutriente perdido no combate desde a osteoporose até a doença cardíaca. Esse nutriente tão importante é a vitamina K2, que vem sendo considerada uma importante potencializadora da vitamina D quando usadas de forma combinada. Muitas das pesquisas têm enfocado na interação entre a vitamina K2 e a vitamina D3, particularmente em termos de fortalecimento ósseo e saúde cardiovascular.

A efetividade da Aspirina pode estar em xeque

Estudos científicos têm falhado em provar que doses baixas de Aspirina oferecem proteção segura e efetiva contra doença cardiovascular, apesar da grande utilização pelos médicos. Muitos estudos apontam mais mal do que bem.Cerca de 10 anos atrás, o doutor John G. L. Cleland, um cardiologista da Universidade de Hull, na Inglaterra, escreveu um artigo publicado no British Journal of Medicine colocando em dúvida a eficiência da Aspirina na prevenção de ataques cardíacos. Para isso, o doutor Cleland baseou-se em uma série de metas-análises com segmento de mais de 100 mil pacientes de alto risco de doença cardíaca, onde observou que a terapia com Aspirina não apontava o salvamento de vidas.

O sal está ligado a uma alta taxa de óbitos, mas não pela razão que você pensa!

É muito comum ouvirmos algumas pessoas associarem danos causados à saúde com alta ingestão de sal. Mas, um recente estudo apontou que limitar a ingestão de sal pode ser devastador à saúde.  Os pesquisadores europeus descobriram que consumir baixos níveis de sal está ligado a uma taxa mais alta de doença cardiovascular e morte.É claro que os “peritos” americanos correram para refutar este estudo dizendo ironicamente que ele “não valia seu peso em sal”.  Não seria uma má ideia ingerir este peso em sal porque este sal talvez possa salvar a sua vida.

Saiba como proteger as pessoas que você ama dos agressores número 1 da saúde

É estranho imaginar, mas enganam-se as pessoas que ainda pensam que a maior preocupação em termos clínicos hoje em dia são as doenças cardiovasculares e o câncer. Para a nossa surpresa, os germes estão no top das preocupações mais uma vez, como afirmou a American Medical Association em recente conferência.Cada vez mais pacientes que estão nos hospitais para tratamento de outras doenças estão morrendo de Pneumonia Bacteriana, um tipo de infecção que os antibióticos não dão conta de controlar. Infelizmente, a Tuberculose também retornou na América em cepas resistentes às drogas.

Alimento controverso, o chocolate pode diminuir o risco de doença cardiovascular em 37%

A avaliação de uma meta-análise de sete estudos clínicos concluiu que o consumo de chocolate, ao contrário do que muita gente imagina, não aumenta o risco de doenças cardíacas, derrame ou diabetes do tipo 2.Ao todo foram analisados 114 mil participantes e dos sete estudos, cinco apontaram o mesmo resultado: o chocolate está associado à redução do desenvolvimento de doenças cardíacas, ou melhor, de doenças cardiometabólicas que incluem, além do diabetes e do derrame, a hipertensão, a hipoglicemia de jejum, o colesterol, os triglicérides elevados e a obesidade.

Olha aí o amendoim!

Boas notícias para os fãs do amendoim: novos estudos mostram que seu consumo regular não engorda e ainda reduz as taxas de triglicérides no sangue, ajudando a prevenir doenças cardiovasculares.Com concentração protéica semelhante à da soja e altos níveis de fibras e ácidos graxos monoinsaturados, ele também fornece nutrientes como magnésio, folato, vitamina E e cobre – indispensáveis ao bom funcionamento cardiovascular.

Chá-verde: uma xícara de saúde

Boa notícia para os amantes do chá: estudos recentes indicam que eles são particularmente benéficos para o sistema cardiovascular. Publicada pelo Archives of Internal Medicine, a pesquisa atribui à presença dos flavanóides os benefícios dessa delicada bebida.O chá-verde, em especial, é o campeão em concentração de flavanóides. Quem o consome diariamente conta com benefícios, como maior proteção para os vasos sangüíneos e redução do colesterol. Ele também protege contra a aterosclerose e reduz significativamente o risco de câncer.

Com o coração na mão

Doenças cardiovasculares são as que mais matam nos países desenvolvidos. Mas há luz no fim do túnel.Atividade física, alimentação feita de acordo com suas necessidades genéticas e mudanças saudáveis no estilo de vida são fundamentais para a saúde cardiovascular. Mas há outros meios que contribuem significativamente na prevenção de problemas. Um aparelho tecnológico de primeiríssima linha é o mais novo recurso para avaliar riscos de doenças cardiovasculares. Por meio de exame não invasivo, o aparelho dá informações precisas sobre endurecimento de artérias e função vascular, determina o grau de aterosclerose e detecta oclusão arterial. O diagnóstico leva menos de 5 minutos.

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