Não é a gordura saturada da carne vermelha a responsável pela doença cardíaca

A gordura saturada encontrada principalmente na carne e nos laticínios tem sido regularmente avaliada por médicos e pela mídia. Mas, uma nova análise de estudos publicados não encontrou nenhuma correlação clara entre pessoas que consomem gordura saturada e o risco cardiovascular.A demonização da gordura saturada começou em 1953 quando o doutor Ancel Key publicou um artigo comparando a ingestão de gordura e a mortalidade por doença cardíaca. Aí começava a expulsão equivocada da gordura saturada das dietas.

A carne não é a vilã!

O artigo “Substância presente na carne eleva risco de doença”, publicado no portal Estadão.com.br, no dia 8 de abril deste ano, baseado no estudo “Intestinal microbiota metabolism of l-carnitine, a nutrient in red meat, promotes atherosclerosis”, traz a informação de que ingestão de carne é a responsável pelo aumento do risco cardiovascular pela ação da enzima TMAO. Porém, quero esclarecer aqui que as conclusões do estudo não foram totalmente consideradas. Antes de qualquer coisa, é importante entender o que realmente causa essa elevação enzimática.Vejamos. O consumo em excesso de carnitina – aminoácido essencial para metabolização das gorduras pela mitocôndria -, lecitina e colina – uma gordura comum da alimentação -, nutrientes encontrados comumente em produtos de origem animal tais como ovos, carnes, laticínios, peixes, frutos do mar e alimentos assados industrializados, bem como os multivitamínicos para crianças, pode causar um desequilíbrio na microflora intestinal devido à formação de bioprodutos, como a enzima TMAO, causadores de aterosclerose, tendo então um impacto direto e negativo no risco de doenças cardiovasculares. Portanto, não é a carne em si que gera o problema.

Colesterol e Estatinas: uma combinação que mexe com o seu coração

Cada vez mais os médicos têm prescrito estatinas com o objetivo de tratar doença cardíaca pela diminuição do colesterol. Mas, se o colesterol elevado realmente era o grande vilão, como explicar o fato de que o número de pessoas com doença cardíaca não tem diminuído com esse tipo de tratamento?O que a realidade nos mostra é outra história. Dados revelam que nos Estados Unidos a doença cardíaca é ainda a que mais mata. No Brasil, cerca de 1/3 de todas as mortes também são causadas por doença cardíaca o que gera uma média de mais 650.000 mortes por ano.

Um caso de identidade equivocada: o que a sua fadiga pode realmente significar?

Qualquer médico sabe que por mais inocente que possa parecer a fadiga, ela também pode ser uma bandeira vermelha que indica um problema mais sério.Então, já que ela não é exclusiva de uma doença específica, descobrir o que está na raiz da sua fadiga pode ser problemático.  Pode ser o efeito colateral de uma droga que você está tomando ou então uma indicação de algo mais sério, como doença cardíaca ou câncer. Mas uma das razões mais comumente ignoradas para a fadiga é o hipotireoidismo.

A ligação chocante entre o exercício e a doença cardíaca

Choca-me que pessoas que levam vidas preguiçosas e sedentárias, resolvam, de repente, suar em uma academia achando que isso irá subitamente torná-las saudáveis e em forma.As coisas não funcionam assim! E um novo estudo publicado no British Journal of Sports Medicine comprova exatamente isso. Os pesquisadores descobriram que nenhuma quantidade de exercício pode contrapor os efeitos negativos de ser inativo demais.

Doença cardíaca pode estar ligada ao consumo de alimento enlatado

Estudo recente confirmou que humanos com alta concentração do químico bisphenol A (BPA) na urina podem ter um aumento de risco de doença cardíaca.Os pesquisadores observaram uma alta correlação entre a exposição ao BPA (através de alta concentração urinária) e a incidência de doença coronariana em período de dez anos de seguimento, mostrando um resultado similar ao de outro estudo publicado em 2010.

Redefinindo a palavra saúde

Já parou para pensar o que significa saúde para você? Para você ser saudável é incluir uma dúzia, ou mais, de medicações em sua dieta? Sinceramente, eu espero que não!Se você usa remédios como uma opção para ser saudável, possivelmente você estará mais distante da direção certa.

Excesso de ferro é o pior inimigo do coração

Presente em multivitamínicos, alimentos enriquecidos e na carne vermelha, o ferro é o único nutriente cujo excesso o organismo não elimina. As conseqüências desse acúmulo são bastante nocivas, pois o ferro oxida-se rapidamente, gerando radicais livres. O resultado é envelhecimento acelerado e prematuro. Aumenta também a ameaça de doenças cardíacas, câncer, diabetes e artrites. Após os 40 anos, surgem riscos de lesões hepáticas e de deficiência de testosterona. Às vezes, o problema tem origem hereditária – é a chamada hemocromatose. Doar sangue é uma boa prevenção. Casos graves, porém, exigem flebotomia (retirada de sangue) e o uso de alguns aminoácidos. O importante é diagnosticar cedo o problema.A ferritina presente no sangue é a primeira substância a ser investigada quando se suspeita de excesso de ferro no organismo. O exame é feito em jejum e o ideal é que os resultados fiquem próximos do límite mínimo. Como prevenção, basta realizá-lo anualmente. E quem tiver casos de hemocromatose na família não deve se descuidar. Conheça os principais sintomas e sinais dessa doença, que atinge principalmente descendentes de europeus do Mediterrâneo.

A leptina e a perda de peso

Esse hormônio, que é produzido pela gordura, tem a função de dizer ao cérebro como andam as reservas de energia. Se estão baixas, sente-se fome. Altas, levam à sensação de saciedade.Nas pessoas cujo organismo oferece resistência à ação da leptina, e que podem ser identificadas por um simples exame de sangue, a mensagem de saciedade não chega corretamente ao cérebro.

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