Colesterol, nem tão vilão assim

Condenado nas últimas décadas como inimigo público número um do coração, o colesterol vem sendo objeto de controvérsias entre os pesquisadores.A comunidade médica mundial está dividida e o pomo da discórdia é a redução dos valores de referência para os níveis de colesterol sangüíneo. Os que a defendem alegam haver relação direta entre colesterol e risco cardíaco. Pesos pesados da medicina, porém, vêem na medida apenas um eficiente lobby dos laboratórios para aumentar em alguns milhões o número de usuários de drogas redutoras de colesterol, como as estatinas. É o que pensam, por exemplo, o presidente do Instituto Americano do Estresse, Paul Rosch, e o cientista Uffe Ravnskov, presidente da THINCS, organização de pesquisa sem fins lucrativos.

Com o coração na mão

Doenças cardiovasculares são as que mais matam nos países desenvolvidos. Mas há luz no fim do túnel.Atividade física, alimentação feita de acordo com suas necessidades genéticas e mudanças saudáveis no estilo de vida são fundamentais para a saúde cardiovascular. Mas há outros meios que contribuem significativamente na prevenção de problemas. Um aparelho tecnológico de primeiríssima linha é o mais novo recurso para avaliar riscos de doenças cardiovasculares. Por meio de exame não invasivo, o aparelho dá informações precisas sobre endurecimento de artérias e função vascular, determina o grau de aterosclerose e detecta oclusão arterial. O diagnóstico leva menos de 5 minutos.

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