Dedique 30 minutos do seu dia para a prevenção do Alzheimer

Anime-se e comece a se exercitar, porque quando se trata de “exercício”, um pouco pode fazer muito para salvar o seu cérebro.Tudo o que você precisa fazer é uma caminhada vigorosa de 30 minutos, três ou quatro vezes por semana. E o resultado? O fluxo sanguíneo aumentado para o seu cérebro pode reduzir o risco para Alzheimer.

Alteração no alimento cerebral pode auxiliar na melhora da atrofia

Para manter suas atividades normais, nosso cérebro precisa de muita energia. E, felizmente, ele é capaz de funcionar com mais de um tipo de fonte energética. E uma dessas fontes está no óleo de coco que traz em sua composição uma substância chamada corpo cetonico ou ketoacidos.Essa substância alimenta o nosso cérebro prevenindo a atrofia cerebral, além de restaurar e renovar os neurônios e a função do nervo, mesmo que a lesão já esteja instalada.

A silenciosa e mortal causa dos seus problemas com a memória

Uma dica: Não é Alzheimer!Você já conhece os sinais indicativos de um AVC: a fala arrastada, dormência de um lado do corpo, a repentina confusão. Caso você ainda não esteja familiarizado com estes sinais é melhor tratar de conhecê-los. Se você tiver um AVC, a sua melhor chance de ter uma evolução boa é obter tratamento imediatamente. Agora eis aqui um pensamento assustador: e se você tiver um AVC e não houver nenhum sinal? Já pensou nisso?

Conheça as melhores estratégias para prevenir perda de memória e o declínio cognitivo

Alimentação e exercício agem de mãos dadas formando a primeira defesa contra todas as doenças, inclusive alterações cerebrais.Estudos prévios mostram que indivíduos que consomem uma alimentação saudável sofrem menos sintomas de demência conforme envelhecem e uma quantidade crescente de pesquisas realizadas em atletas mostra a força do exercício para manter a mente afiada.

Nutrição e atividade preservam o cérebro

Estudos recentes no Centro de Envelhecimento e Saúde da Universidade da Califórnia mostram o declínio mental como resultado de doença, não apenas de envelhecimento. O problema não se restringe ao cérebro, mas envolve deficiências nutricionais e disfunções em sistemas e órgãos diversos. Daí a importância da saúde como um todo, a começar pelo trato intestinal, onde são assimilados os nutrientes que serão levados ao cérebro. Entre eles, os ácidos graxos essenciais (deficiência de ômega 3, por exemplo, relaciona-se com disfunção cerebral, doença mental e diminuição de QI), as vitaminas E, C, antioxidantes, e do complexo B (em especial B12, B6 e ácido fólico), que preservam o sistema nervoso. Aminoácidos são fundamentais, já que atuam em diferentes áreas.Entre os minerais, destacam-se o cobre (participa da produção de neurotransmissores), o zinco (ajuda a preservar a memória recente) e o selênio (protege as gorduras da oxidação – e o cérebro é 60% gordura!). Desintoxicar o organismo de metais pesados e manter a glicemia equilibrada também ajudam no processo de recuperação e manutenção das funções cerebrais. A boa medicina pode ser uma aliada na conquista da saúde. Faça a sua parte: evite estresse prolongado, exercite-se no mínimo três vezes por semana e mantenha o cérebro ativo: leia, escreva, estude.

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