Porque Você deve EVITAR Remédios para Coração e Pressão

Drogas, drogas, drogas e mais drogas. Ao chegar a uma certa idade, e não importa quão bem você se sente ou quão saudável você está, certamente serão prescritas uma série de remédios, como para “colesterol” e “pressão arterial elevada (HA)”.

Os riscos do consumo diário da Aspirina

Durante toda a minha trajetória médica até aqui, sempre ouvi que o correto era indicar a aspirina, de modo preventivo, para quem não tivesse tido um ataque cardíaco e até mesmo para os indivíduos que apresentem esse quadro em seu histórico clínico. Isso, todo mundo já sabia; afinal, uma aspirina ao dia era considerada uma medicação preventiva.Acontece que recentemente a Food & Drugs Administration (FDA) reverteu essa orientação e, baseada em estudos, concluiu que não há comprovações que suportem o uso preventivo da aspirina para indivíduos que não tenham tido nenhum evento cardiológico. A FDA observou que não há benefícios estabelecidos e que riscos como sangramento cerebral e estomacal e a aplasia de medula continuavam presentes.

Nem pense em fazer uso de uma Aspirina por Dia!

É só ligar a televisão a qualquer hora e você vai se deparar com algum “perito em saúde” estimulando aos maiores de 35 anos a tomarem uma aspirina por dia. E o pior é que muita gente se deixa levar por essa conversa.Acontece que um estudo realizado na Europa com 372 mil pessoas determinou que a “terapia com aspirina” causou danos ao mesmo número de pessoas que ela supostamente ajudou.  Ou seja, para cada mil pacientes de baixo risco que receberam a droga, apenas dois eventos cardíacos mostraram ser evitados, e em contrapartida, apresentaram dois sangramentos sérios causados pela droga, incluindo sangramentos gastrointestinais e sangramentos cerebrais potencialmente fatais.  (Pense em acidentes de carro!)

A efetividade da Aspirina pode estar em xeque

Estudos científicos têm falhado em provar que doses baixas de Aspirina oferecem proteção segura e efetiva contra doença cardiovascular, apesar da grande utilização pelos médicos. Muitos estudos apontam mais mal do que bem.Cerca de 10 anos atrás, o doutor John G. L. Cleland, um cardiologista da Universidade de Hull, na Inglaterra, escreveu um artigo publicado no British Journal of Medicine colocando em dúvida a eficiência da Aspirina na prevenção de ataques cardíacos. Para isso, o doutor Cleland baseou-se em uma série de metas-análises com segmento de mais de 100 mil pacientes de alto risco de doença cardíaca, onde observou que a terapia com Aspirina não apontava o salvamento de vidas.

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