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Alguém está sempre mencionando uma nova descoberta ou um método científico revolucionário para tudo na vida. Mas nem sempre esses conhecimentos divulgados boca a boca têm algum embasamento.
Tire a dúvida, conhecendo alguns fatos já estabelecidos como verdadeiros ou falsos pela ciência médica.
 
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Sal é essencial para a saúde. Ele garante a transmissão de impulsos nervosos, participa das contrações musculares (inclusive do coração), favorece o fluxo de nutrientes pelo organismo, ajuda na digestão e controla a fermentação dos alimentos. Um corpo saudável contém cerca de 250 g de sal. A quantidade de sal perdida através do suor é normalmente reequilibrada pela alimentação diária.
Excesso de sal não leva ao aumento da pressão arterial para muitas pessoas. Assim, cientistas concordam que orientar a população em geral a reduzir o sal pode não dar resultados significativos. Curiosidade: estudos apontam que quem consome sal em grande quantidade vive mais do que os consumidores moderados. Mas qualquer conexão entre sal e longevidade deve levar em conta a dieta de cada um.

 

A eficiência e a segurança da aspirina, como anticoagulante, têm sido supervalorizadas. Na prevenção de eventos vasculares não-fatais sua ação é quase nula. Em baixas doses, é responsável por cerca de 30% das hemorragias gastrointestinais em pacientes idosos. Após infarto do miocárdio, não há alteração nos índices de mortalidade, mas aumentam os riscos de morte súbita. Aspirina não faz milagres. Na prevenção de problemas causados pela aterosclerose, perde em eficiência para outras drogas. Oferece seguros benefícios quando usada por pouco tempo, mas há riscos em longo prazo. Aos hipertensos que se automedicam e se julgam protegidos por ela, um aviso: procurem orientação médica, pois seu uso pode desencadear sangramentos graves.

 

Vitamina E é um potente antioxidante que protege as membranas celulares e reduz o risco de doenças cardíacas. Para ser bem assimilada, precisa de gordura. Tomar uma cápsula de vitamina E (400 iu) com um copo de leite desnatado ou uma xícara de café, por exemplo, resulta em baixa absorção. Ingeri-la numa refeição com algum tipo de gordura, de preferência insaturada, aumenta sua concentração no sangue em até 25 vezes. Vitamina E sintética não apresenta a mesma performance que a natural, assimilada com maior facilidade e eficiência pelo organismo. A forma sintética da vitamina E é eliminada três vezes mais rapidamente do que a natural e seu nível de concentração no sangue é sempre mais baixo. Ao comprar sua vitamina E, observe o rótulo: costuma-se identificar a natural pela letra d (d-alfa tocoferol, d-alfa tocoferil), e a sintética, por dl.
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