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Alguém está sempre mencionando uma nova descoberta ou um método científico revolucionário para tudo na vida. Mas nem sempre esses conhecimentos divulgados boca a boca têm algum embasamento.
Tire a dúvida, conhecendo alguns fatos já estabelecidos como verdadeiros ou falsos pela ciência médica.

 
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A prática de exercícios, o consumo de frutas e verduras, a suplementação de algumas vitaminas e minerais e o controle do peso, de fato, são eficientes fatores de proteção contra o risco de doença cardiovascular. Para completar, evite o cigarro e ingira regularmente um pouco de vinho tinto de boa qualidade.
A eficiência das estatinas na diminuição da mortalidade em pacientes com altos níveis de colesterol vem sendo desmentida por inúmeros estudos. O que se constata é que o uso desses medicamentos está relacionado a graves efeitos colaterais, como lesão hepática, danos neurológicos e cognitivos, perda de memória e câncer.

 

Revestimentos antiaderentes para panelas inegavelmente têm o mérito de permitir o preparo de pratos sem o uso excessivo de gorduras. Desde 1944, quando foi descoberto, o chamado teflon – que é a sigla para o composto químico politetrafluoratileno – vem conquistando adeptos nas cozinhas. Mas para que seu uso seja adequado, é fundamental não submeter as panelas revestidas com esse material a altas temperaturas.
O teflon pode não ser tão inofensivo para a saúde. Um dos seus componentes (o PFOA), além de não se degradar ambientalmente, está relacionado a casos de câncer e ao nascimento de bebês com deficiências. Para não correr riscos, na hora de cozinhar, sempre que possível, prefira panelas de aço inoxidável. As de porcelana e cerâmica também servem, desde que sejam de boa procedência, para evitar intoxicação por chumbo.

 

Dietas à base de gorduras, como a do dr. Robert C. Atkins, têm suas vantagens: perda rápida de peso, inibição do apetite, baixa dos índices de triglicérides e, encerrada a dieta, recuperação menor dos quilos perdidos. Mas só devem ser feitas sob supervisão médica e com suplementação de vitaminas e sais minerais, sendo mais indicadas para períodos curtos e pessoas que não apresentem problemas cardiovasulares. Há risco nessas dietas, ao contrário do que se divulga, principalmente quando feitas por longos períodos. Podem causar cansaço e falta de energia, lesões renais, perda muscular, aumento de massa gordurosa e diminuição da massa magra, osteopenia, osteoporose e altas taxas de purina, substância que predispõe à gota. Portanto, todo cuidado é pouco antes de se decidir por uma dieta desse tipo.

 

Bebidas isotônicas se compõem, basicamente, de água com sucrose, glicose (açúcares), sal, citrato de sódio (sais) e corantes. Para quem pratica exercícios, especialmente os prolongados ou mais pesados, com transpiração intensa, beber isotônicos ajuda a repor os eletrólitos perdidos durante a atividade física – e os eletrólitos têm a importante função de conduzir os impulsos elétricos no organismo. Isotônico não é refrigerante. Bebido sem critério, faz mal. Produz um acúmulo de sal que, somado ao das refeições do dia-a-dia, pode aumentar a pressão arterial de indivíduos sensíveis. E quanto mais sal se ingere, mais cálcio se elimina, o que não é bom em nenhuma idade. Ao contrário do que muitos imaginam, não contém suco de frutas: a informação está lá, escrita no rótulo, mas em letras pequenas.
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