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As mais eficientes armas para combater os perigos da gripe suína
Não mete medo essa gripe, rebatizada de influenza A. Melhor que o medo é a prevenção, capaz de fortalecer as defesas do organismo contra infecções.

Quando escrevi este texto, os últimos dados sobre a influenza A (H1 N1) davam conta de 11.370 infectados em 41 países, sendo confirmados 5.764 só nos Estados Unidos. Mas, curiosamente, o México ocupava o primeiro lugar em número de mortes: 80 casos fatais. Não me surpreende. Onde a nutrição é deficiente, a imunidade das pessoas quase sempre é baixa e o risco de infecções cresce.

O remédio mais usado contra infecções viróticas é o Tamiflu, que só reduz a duração dos sintomas em 36 hs, na melhor das hipóteses, e apresenta efeitos colaterais do mesmo tipo dos sintomas da gripe: vômito, diarréia, dor de cabeça, tontura, cansaço e tosse. A medicação também pode abrir espaço para infecções bacterianas secundárias, convulsões, delírio e morte. Será que vale a pena tomá-la?

Prevenção pode ser mais útil. Aumente sua imunidade: lave as mãos com frequência, tome suplementos de ômega 3 e de vitamina D (contra infecções), consuma alho, óleo de coco (combatem vírus e bactérias), evite açúcar e alimentos processados, que baixam as defesas imunológicas, durma bem e procure manter-se em boa forma física e mental. Se possível, evite hospitais e vacinas (há possibilidade de reações adversas).

 
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