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A perspectiva de emagrecer rapidamente e libertar-se do círculo vicioso do efeito ioiô faz com que, todo ano, 3 mil obesos brasileiros submetam-se a cirurgias para redução do estômago. Que funciona, não há dúvida – perdem-se até 50 quilos em apenas dez meses. Mas estudos recentes aconselham cautela.
Primeiro, porque apenas 5% dos pacientes mantêm-se dentro dos (exíguos) níveis de ingestão de alimentos recomendados.
Além disso, vem se constatando perda de massa óssea até duas vezes maior entre quem opta pela técnica. As causas podem ser a diminuição da capacidade de reabsorção das substâncias envolvidas na reposição óssea ou uma adaptação natural do organismo, já que o peso a ser suportado pelos ossos diminui. Entre esses pacientes, nota-se ainda insuficiência hepática e alterações
no sistema imunológico, com aumento da ocorrência de doenças auto-imunes.
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