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Filtro solar: proteção incompleta

Em épocas de sol intenso, multiplicam-se as recomendações para o uso de protetor solar. O que pouco se fala é que, apesar de eficientes contra queimaduras e formas brandas de câncer de pele, as fórmulas disponíveis ainda são pouco efetivas contra os raios UVA, causadores dos tipos mais graves de câncer. Melhor, então, não confiar apenas nessa proteção e adotar alguns cuidados adicionais.

Expor-se ao sol apenas no início da manhã e no final da tarde, quando ele é menos nocivo.
Usar protetor solar, inclusive em orelhas e lábios, renovando-o a cada duas horas.
Proteger-se também com roupas, chapéu e óculos escuros em horas de sol mais intenso.
Adotar suplementos de beta-caroteno, vitaminas E e C e outros antioxidantes para melhorar a proteção celular.
Aumentar o consumo de peixes e incluir suplementos de ômega 3, para tornar sua presença proporcional à de ômega 6, resultante dos óleos refinados. Comprovadamente, o equilíbrio entre esses dois ácidos graxos previne o câncer de pele.

Sem abusos, tomar sol é benéfico e necessário: aumenta a imunidade e favorece a metabolização da vitamina D pelo organismo.

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Médico, Cirurgião Vascular especializado em medicina preventiva e alta performance. Possui vários artigos publicados em revistas médicas, além de 8 livros com temas relacionados à nutrição, medicina preventiva e esportiva. (CRM 47078)

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