Saúde

Estresse, pior no final do ano

Preocupações com férias, viagens, festas, presentes e compromissos profissionais somam-se nessa época e deixam qualquer pessoa à beira de um ataque de nervos.

Com as comemorações de final de ano e os preparativos para as férias, os meses de dezembro e janeiro são um teste de resistência física e emocional. Em parte, o desgaste tem a ver com o excesso de preocupações – festas, presentes, viagens, urgência em zerar compromissos profissionais. Enfim, uma maratona. Simbolicamente, é também um momento de balanço, quando se avalia tudo o que foi realizado e se traçam as metas para o ano seguinte.

São situações que, naturalmente, geram ansiedade e estresse. Inevitável, o estresse é apenas uma saudável reação do organismo a mudanças. A chegada da nova estação, alterações na dieta e até uma grande alegria geram estresse, da mesma forma que o excesso de estímulos e cobranças que caracterizam a sociedade moderna. E, seja qual for a causa, o resultado é uma alteração da complexa bioquímica que rege nossas defesas naturais.

Para quem está com a imunidade reforçada, os efeitos são passageiros. Do contrário, eles comprometem a saúde e a vitalidade. Esquecimentos, distúrbios no sono, insatisfações, dificuldade para extrair prazer da rotina e dispersão são os primeiros sinais de que o estresse está fugindo do controle. Na correria do dia-a-dia, é difícil se dar conta da gravidade do problema – aliás, tão freqüente nos dias de hoje que, para muitos, chega a parecer normal.

Mas não é. E o preço do descaso pode surgir na forma de doenças e de senilidade precoce. A primeira ameaça é de desequilíbrio nutricional. Durante os períodos de estresse, os nutrientes são consumidos mais rapidamente, predispondo à chamada “desnutrição subclínica”, na qual a pessoa, embora pareça sadia, apresenta carências específicas, que vão depauperando o sistema imunológico. As revistas e jornais vivem divulgando fórmulas para eliminar o estresse. Só que aquilo que funciona para uns não costuma servir para todos. Cada pessoa tem sua bioquímica e vive desafios únicos. Por isso, os programas antiestresse têm de ser feitos sob medida e sempre sob supervisão médica. Em geral, é preciso adotar um modelo nutricional adequado; incluir o uso de suplementos para proteger as células e bloquear os efeitos oxidativos do desequilíbrio bioquímico, promover uma desintoxicação e reequilibrar o peso. Com a vitalidade em alta, fica fácil combater também os outros inimigos do sistema imunológico, como o pessimismo e as insatisfações que, comprovadamente, minam a energia vital. Quer melhor presente para este final de ano do que uma dose extra de vigor, saúde e juventude?

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Médico, Cirurgião Vascular especializado em medicina preventiva e alta performance. Possui vários artigos publicados em revistas médicas, além de 8 livros com temas relacionados à nutrição, medicina preventiva e esportiva. (CRM 47078)

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