Estresse, pior no final do ano

Preocupações com férias, viagens, festas, presentes e compromissos profissionais somam-se nessa época e deixam qualquer pessoa à beira de um ataque de nervos.Com as comemorações de final de ano e os preparativos para as férias, os meses de dezembro e janeiro são um teste de resistência física e emocional. Em parte, o desgaste tem a ver com o excesso de preocupações – festas, presentes, viagens, urgência em zerar compromissos profissionais. Enfim, uma maratona. Simbolicamente, é também um momento de balanço, quando se avalia tudo o que foi realizado e se traçam as metas para o ano seguinte.

Tireóide, a chave da energia

Milhões de pessoas sofrem de insuficiência tireoidiana e não sabem. O resultado é uma epidemia mundial de desânimo e baixa vitalidade.Cansaço, irritabilidade e confusão mental são sintomas freqüentemente atribuídos ao estresse por um grande número de pessoas. Mesmo sentindo-se sugadas e sem energia, elas vêem os seus check-ups darem resultados normais e, assim, tocam a vida durante anos. Muitas vezes, carregam a pecha de pouco determinadas, depressivas e sem vitalidade. Até que, finalmente, o problema atinge tal gravidade que até os exames menos precisos logo o diagnosticam: hipotireoidismo. No mundo inteiro, a incidência dessa doença vem aumentando, mas os exames para diagnosticá-la continuam falhos. Por isso, mesmo com resultados aparentemente normais à mão, o médico deve investigar outros indicadores do problema e levar a sério as queixas do paciente.

Sol, um banho de saúde

Com moderação e em horário adequado, a exposição ao sol promove a produção de vitamina D, fortalece ossos e células e ajuda na prevenção de inúmeras doenças.Nas últimas décadas, o sol virou o vilão maior do envelhecimento precoce e de alguns tipos de câncer. Como resultado, nunca se usou tanto protetor solar. Hoje, ninguém se arrisca a sair de casa sem ele – nem mesmo bebês e crianças um pouco maiores são expostos ao sol sem proteção. Boas intenções à parte, esse excesso de zelo também está produzindo resultados indesejáveis. E, aos poucos, surgem as primeiras tentativas de reabilitar o sol à sua antiga condição de fonte de saúde.

Colesterol, nem tão vilão assim

Condenado nas últimas décadas como inimigo público número um do coração, o colesterol vem sendo objeto de controvérsias entre os pesquisadores.A comunidade médica mundial está dividida e o pomo da discórdia é a redução dos valores de referência para os níveis de colesterol sangüíneo. Os que a defendem alegam haver relação direta entre colesterol e risco cardíaco. Pesos pesados da medicina, porém, vêem na medida apenas um eficiente lobby dos laboratórios para aumentar em alguns milhões o número de usuários de drogas redutoras de colesterol, como as estatinas. É o que pensam, por exemplo, o presidente do Instituto Americano do Estresse, Paul Rosch, e o cientista Uffe Ravnskov, presidente da THINCS, organização de pesquisa sem fins lucrativos.

Reposição hormonal natural é melhor

Mais eficiência, menos riscos.A expectativa de vida das mulheres já ultrapassa os 80 anos. Portanto, 30 ou mais são vividos na menopausa, quando os hormônios sexuais caem dramaticamente e chegam mesmo a desaparecer. É uma fase marcada por sintomas como depressão, ondas de calor, diminuição do desejo, secura vaginal e insônia. Diante disso, a terapia de reposição hormonal foi um achado: garantia o fim dos sintomas, a proteção contra a osteoporose e ainda a diminuição da incidência de câncer de cólon e de problemas cardio-vasculares.

O coração pede socorro

Um novo vilão desbanca o colesterol: a homocisteína.Exercícios e dietas já não bastam para combater as doenças cardiovasculares, que vêm fazendo vítimas cada vez mais jovens, o que é preocupante. A homocisteína, um aminoácido com alto poder de destruição, precisa ter seu teor controlado, pois pesquisas apontam que seu excesso seria a principal causa de enfarto e derrames, superando a ação do colesterol elevado.

Cuidar do corpo é cuidar da mente

Exercício é o melhor investimento que você pode fazer para estar bem em qualquer idade. Comece já!Uma herança tão antiga quanto o homem o condena a exercitar-se para manter-se vivo e saudável. Tudo começou com a luta pela sobrevivência, o que acontece ainda hoje, só que de um jeito mais sofisticado. Essa sofisticação que facilita a vida – encontrar tudo pronto no supermercado, por exemplo – também a destrói. Formam-se exércitos de sedentários com problemas de gordura, presas fáceis de doenças que poderiam ser evitadas ou minoradas pela prática de exercícios. Entre elas estão as afecções cardiovasculares e o diabetes, cujos índices têm aumentado de forma preocupante nos últimos tempos.

Os poderes do chá branco

Os cuidados com a saúde podem ganhar um reforço extra com esse tipo raro de chá que oferece alto poder antrioxidante.À lista dos antioxidantes poderosos, como a coenzima Q10 e vitamina E, acrescente o chá branco. Entre todos os chás conhecidos, é o que apresenta maior concentração de polifenóis, superior mesmo ao afamado chá verde. Recentes estudos feito com ratos comprovaram sua eficiência em inibir mutações genéticas que poderiam culminar em câncer. O chá foi diluído na água e dado a um grupo de ratos por mais de 8 semanas. A outro grupo deu-se uma quantidade equivalente de cafeína. Num determinado momento do experimento, os ratos receberam agentes carcinogênicos. A observação dos resultados não deixou dúvidas: os ratos que tomaram chá branco se desintoxicaram mais rapidamente que os outros e apresentaram poucas lesões pré-cancerosas. Mas também os que tomaram cafeína reagiram positivamente, embora com resultados menos expressivos. Isso levou alguns pesquisadores a ponderar que o primeiro grupo apresentou melhores resultados porque o chá branco concentra maiores índices de cafeína do que qualquer outro chá. Assim, é preciso cautela: são dados preliminares e ainda há muito a pesquisar até que o chá branco possa ser usado sem restrições no tratamento e na prevenção contra o câncer em humanos.

Saúde na bagagem

A eficiência dos probióticos é indiscutível no combate a diarréias agudas, tão comuns no verão e em viagens de férias.Em viagens, nada mais natural que experimentar pratos típicos, diferentes, feitos com ingredientes aos quais não estamos acostumados. O corpo reage e pode nos presentear com diarréia aguda e suas conseqüências. Mesmo quem não viaja está sujeito a isso pelo risco de ingerir comida contaminada, já que o calor facilita a multiplicação de bactérias. Recomendo cuidado e o uso de probióticos, que têm se mostrado efetivos em casos de diarréia aguda, de acordo com pesquisadores do John Hopkins Bloomberg School os Public Health, nos Estados Unidos.

Devagar com o refrigerante!

A bebida tem incontáveis fãs, de crianças a idosos, que devem diminuir seu consumo para evitar possíveis doenças do fígado.Bons tempos aqueles em que ainda não existiam refrigerantes e a limonada geladinha fazia as honras da casa. Será?… O mundo evoluiu, superou velhos hábitos. Fomos nos adaptando às novidades gastronômicas, levados pela necessidade, pela novidade, pelo sabor. Nesse processo, nosso corpo tem enfrentado muitas transformações e vem encontrando outras formas de equilíbrio, às vezes precário. É o preço a pagar pelo prazer fácil dos novos tempos, sem maiores questionamentos.

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