Chocolate nova arma contra a tosse

Ele derruba seu mais forte concorrente, a codeína, presente na maioria dos remédios industrializados.A maior parte das pessoas que procura nas farmácias um remédio para a tosse não responde bem ao tratamento. Da próxima vez, por que não tentar essa delícia que está ao alcance da mão em qualquer supermercado? Sabe-se que a theobromina, um derivado do cacau, é 1/3 mais eficiente que a codeína no combate à tosse. Essa é a conclusão de um estudo que mostrou a capacidade da theobromina em baixar os níveis de capsarcin no sangue – capsarcin é um composto que induz à tosse. O mesmo estudo constatou que a theobromina não apresentou efeitos colaterais sobre o sistema nervoso central e cardiovascular nem causou tonturas ou torpores. Um achado, não? Um remédio gostoso e natural, tudo o que sempre se desejaria encontrar na hora da necessidade.

Medicamentos: riscos anunciados

O recente episódio envolvendo a retirada do antiinflamatório Vioxx do mercado traz à tona a insistência dos laboratórios em manter no mercado produtos de segurança suspeita. No caso do Vioxx, os primeiros alertas foram feitos em 1999, pela Academia Nacional de Ciência Americana. Agora, quem está chamando a atenção é o Xenical.Estudos vêm mostrando que ele favorece a formação de cálculos renais em pacientes com dietas ricas em oxalato – substância encontrada em alimentos como espinafre, chocolate, chá, beterraba, morangos, trigo, pimenta e algumas amêndoas e castanhas. A prudência manda, portanto, que pessoas com predisposição a problemas renais não façam uso dessa dessa medicação e que os demais limitem o consumo de oxalatos.

Colesterol: remédios com alto risco e baixa eficiência

Uma das drogas mais usadas no combate ao colesterol alto – as estatinas – vem sendo alvo de sérios questionamentos. Elas estão presentes em substâncias como atorvastalina, sinvastatina, pravastatina e cerivastatina, e têm suscitado alertas ainda pouco conhecidos dos próprios médicos. O mais sério envolve a cerivastatina, suspeita de causar rabidomiosite, que causa destruição muscular severa e pode levar à morte.Outro efeito colateral comum às estatinas é a quadruplicação do risco de problemas neurológicos. Além disso, elas depletam a co-enzima Q10, cuja deficiência causa sucessivamente cansaço, fraqueza muscular, dores e falência cardíaca.

Leve a saúde junto com você na viagem

É quando se relaxa que as doenças se instalam, o que pode tornar as férias um período de risco para quem não se prevenir reforçando a imunidade. Daí, a importância de fortalecer a saúde antes mesmo de fazer as malas. Para isso, conte com produtos naturais como o Astragalus e o Cats Claw (estimulam o sistema imunológico), Echinácea (combate vírus e é muito usada contra gripes e resfriados), probióticos (como os lactobacilos, que recompõem a flora intestinal e combatem infecções), NAC (facilita a eliminação das secreções respiratórias e fortalece as defesas do organismo, sobretudo em idosos) e vitaminas A, C e E (combatem infecções).Para diminuir as chances de ter a “diarréia do viajante”, prefira água mineral engarrafada e alimentos frescos. Lembre que ela e as doenças infecciosas são as que mais atacam nas viagens.

A impotência pode surgir em qualquer idade

Apesar do aumento das informações sobre sexualidade, a impotência continua cercada por mitos e tabus. Ainda é comum, por exemplo, relacioná-la à idade. E embora a dificuldade de ereção aflija duas vezes mais homens na faixa dos 70 anos do que aos 40, a causa não é a idade, mas a maior incidência de doenças crônicas que propiciam o problema, como diabetes, hipertensão, aterosclerose e altos níveis de colesterol. Outro mito é pensar que as taxas de testosterona alteram a capacidade de ereção.Exceto em raros casos, a falta do hormônio masculino afeta apenas a libido, e não a circulação peniana e a ereção. Pouco se fala também dos conflitos emocionais e psíquicos que – estes, sim – respondem por 90% dos casos de impotência e requerem cuidados. Entre os fatores de risco, estão também o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, o tabagismo, o estresse eo abuso de exercícios. O diagnóstico depende de uma bateria de exames e convém investigar, inclusive, a existência de intoxicação por metais pesados. O importante é não deixar o problema seguir adiante e conversar francamente a respeito com o seu médico. Confira abaixo algumas substâncias que podem favorecer a vida sexual.

Homem também tem osteoporose

Começa a chamar a atenção nos Estados Unidos o grande número de homens com osteoporose a partir dos 50 anos. Já se registram 2 milhões de casos manifestados e outros 3 milhões em risco iminente. Por aqui, o quadro deve ser semelhante, mas pouco se fala a respeito, porque a doença é mais freqüente em mulheres. Para ambos, os riscos são os mesmos: o aumento da ocorrência de fraturas em função da rarefação óssea. Também a osteoporose masculina pode decorrer de alterações hormonais. Entre os fatores de risco, estão alcoolismo, cálculos renais, uso prolongado de corticosteróides e sedentarismo.O diagnóstico é feito por exame de densitometria óssea. E o tratamento nem sempre requer complementação de cálcio. É importante reforçar no cardápio a presença de vegetais de folhas verde-escuro e de sucos de vegetais e clorofila, que equilibram o meio ácido, responsável pela perda de cálcio. Também ajuda tomar sol para aumentar a vitamina D, controlar o estresse e fazer caminhadas rápidas. Ingerir água com limão no jejum e 30 minutos antes da refeição favorece a absorção do cálcio e de outros nutrientes. Os suplementos de vitamina K e de ácidos graxos essenciais fortalecem os ossos.

Excesso de ferro é o pior inimigo do coração

Presente em multivitamínicos, alimentos enriquecidos e na carne vermelha, o ferro é o único nutriente cujo excesso o organismo não elimina. As conseqüências desse acúmulo são bastante nocivas, pois o ferro oxida-se rapidamente, gerando radicais livres. O resultado é envelhecimento acelerado e prematuro. Aumenta também a ameaça de doenças cardíacas, câncer, diabetes e artrites. Após os 40 anos, surgem riscos de lesões hepáticas e de deficiência de testosterona. Às vezes, o problema tem origem hereditária – é a chamada hemocromatose. Doar sangue é uma boa prevenção. Casos graves, porém, exigem flebotomia (retirada de sangue) e o uso de alguns aminoácidos. O importante é diagnosticar cedo o problema.A ferritina presente no sangue é a primeira substância a ser investigada quando se suspeita de excesso de ferro no organismo. O exame é feito em jejum e o ideal é que os resultados fiquem próximos do límite mínimo. Como prevenção, basta realizá-lo anualmente. E quem tiver casos de hemocromatose na família não deve se descuidar. Conheça os principais sintomas e sinais dessa doença, que atinge principalmente descendentes de europeus do Mediterrâneo.

Multivitamínicos: compre bem

A Associação Médica Americana (AMA), com base em 38 anos de evidências científicas, agora encoraja os adultos a usarem suplementos diários de multivitamínicos. Boa medida preventiva contra inúmeras doenças, pois está provado que deficiências desses nutrientes abrem espaço para câncer de mama, de próstata, doenças cardiovasculares, baixa imunidade, osteoporose. A alimentação moderna não consegue suprir todas as nossas necessidades. Coloque um multivitamínico em sua vida.Na hora da compra, porém, siga a recomendação médica. Fazer substituições, sem conhecimento de causa, pode destruir o equilíbrio necessário entre os nutrientes para que rendam sua melhor performance.

Essa queimação… será gastrite?

Gastrite é uma inflamação do estômago com sintomas semelhantes aos de dispepsia, síndrome do intestino irritável, refluxo gastro-esofágico e úlceras. Daí a importância de um exame, a endoscopia, antes de qualquer tratamento. Constatada, a gastrite deve ser tratada, já que pode evoluir para úlcera ou câncer.O mais freqüente vilão da gastrite é a bactéria Helicobacter pylori, presente em água contaminada e que os ácidos estomacais não eliminam. Contra a queimação causada pela azia, antiácidos não resolvem, só pioram o problema.

Fique de olho na testosterona

Testosterona insuficiente é um problema que afeta 38,9% da população mundial acima de 27 anos. O dado é do Instituto Nacional de Saúde americano e constitui um alerta para homens e mulheres. Esse hormônio tem papel importante na manutenção da saúde vascular, na libido, no fortalecimento muscular e até no controle da depressão.Sua falta está relacionada ainda à ocorrência da doença de Alzheimer.

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