Você não percebe, mas neste exato momento acontece uma silenciosa batalha pela vida dentro de seu corpo. São incontáveis reações químicas, das quais o oxigênio participa ativamente, necessárias para manter seu organismo funcionando.
Essa batalha produz moléculas altamente instáveis e tóxicas, os radicais livres, restos de reações bioquímicas do oxigênio. Elas atacam outras moléculas, como as de gordura e de proteínas, e agridem até o material genético das nossas células. Em outras palavras, são um perigo.
Se você pretende uma vida mais saudável, deve combater desde cedo os radicais livres. Eles podem literalmente devastar o seu sistema imunológico, abrir espaço para a maioria das doenças degenerativas e acelerar o processo de envelhecimento.
Na toca do inimigo
Seu corpo é uma fábrica dessas moléculas. Ele usa oxigênio para produzir energia e o resultado paralelo, inevitável, é a produção de radicais livres. Nos esportistas, essa produção é muito aumentada, o que exige deles maiores cuidados.
O meio ambiente também é vilão. Contém numerosas substâncias capazes de produzir diretamente radicias livres no nosso organismo. A fumaça de cigarros, o monóxido de carbono dos automóveis, os pesticidas amplamente usados e lixos tóxicos são bons exemplos. Essas substâncias agem também indiretamente, pois no processo de defesa contra elas, o organismo gera substâncias tóxicas capazes de lesionar ou destruir os tecidos, causar mutações celulares sérias e, em alguns casos, colocar a vida em risco.
O bom combate
É impossível evitar a produção de radicais livres, mas temos condições de neutralizá-los com suplementação de nutrientes e através de uma vida de hábitos mais saudáveis, menos estressantes.
Nesse sentido, a medicina ortomolecular tem alcançado bons resultados. É eficiente, porque se baseia num princípio simples e não invasivo: dá às células o que elas precisam para reequilibrar o organismo.
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